10 comentários em “A escrita e o cuidado de si

  1. Olá Antônio,

    A escrita é carregada de significados, quando se escreve, se escreve para alguém.Alguém já disse: “Não escrevo, corro atrás de mim mesmo” (desculpe não recordo a autoria, assim que lembrar confirmo). Sim, concordo com você , através da escrita podemos nos perceber, sentir melhor, porque através da escrita externamos o que sentimos, o que pensamos, o que acreditamos e inclusive, tudo o que negamos.
    Grande abraço

  2. Ano 6*** MESTRECHASSOT.BLOGSPOT.COM ***Edição 2161
    Vivemos já o primeiro dia útil da segunda metade de 2012. Ontem ao inaugurar este hemi-ano, dizia que julho é um mês muito especial aqui. No dia 30, este blogue completa seis anos de publicação diária.
    Dentro da proposta de celebrações está falar da escrita. Hoje trago um excelente texto para inaugurar as comemorações. O autor é Antonio Ozaí da Silva, editor da REA – Revista Espaço Acadêmico, de onde foi retirado, com autorização. Parece ser fácil encontrar identificação com o presente que ensejo hoje para quem escreve diários — em suporte papel — há mais de 28 anos e vem de publicar o livro Memórias de um professor: hologramas desde um trem misto [Editora Unijui, 2012, ISBN 978-85-7429-986-0].
    Vale deleitar-se com A escrita e o cuidado de si

    attico chassot

    http://mestrechassot.blogspot.com

  3. E não é mesmo verdade?!Tenho o hábito de escrever sobre sensações, assuntos do cotidiano…Escrever alivia a alma e reler os escritos estimula a reflexão e a busca por mudanças. Adorei!

  4. Muito bom mesmo, nunca havia pensado sobre estas anotações, pela explicação consegui entender que até algo em que nos fundamentamos tem a ver com estas anotações que tem um real significado e que de tempos em tempos mudamos também de opinião sobre determinado assunto ou leitura, a cada vez que se lê, se encontra coisas que não havia notado, confirma-se algumas hipóteses e desfaz-se de outras.

  5. Ozai: De fato, e’ importante anotar. Mas as vezes a gente tem que deixar um pouco da espontaneidade da uma ideia aparecer sem ter sido escavada ou conjurada do papel. Em todo caso, concordo com voce que ao escrever nos conhecemos melhor, ou pelo menos conhecemos o nosso mecanismo de reflexao.

  6. Ozaí,

    Os posts mais recentes mostram que você tem estado a refletir sobre a escrita. Naturalmente, isso faz com que seus leitores também reflitam sobre a mesma. As anotações a que Mills se refere são absolutamente necessárias, ainda mais em tempos pós-modernos de tanta fragmentação e hiper-realidade. A propósito, como escrever relaciona-se a pensar, lembrei-me de um artigo de Jan-Werner Müller, professor de Ciência Política na Universidade de Princenton, Estados Unidos, publicado na Revista Cult de junho de 2012. Nesse artigo, Müller aborda o fato de os intelectuais terem deixado de pensar soluções para a crise vivida pela União Europeia. Indiretamente, ele sugere que os intelectuais não conseguem pensar soluções porque não escreveram sobre a União Europeia com a intensidade e profundidade que supostamente deveriam ter feito – é como se a União Europeia tivesse sido erguida à revelia dos intelectuais. Em última análise o que Müller aborda está relacionado ao registro dos acontecimentos apontado no início do seu post.

    Um abraço,

    Francisco Giovanni

  7. PARABÉNS! PROFESSOR TAMBÉM PENSAVA NISSO SÓ NÃO ESCREVI SOBRE ISSO , MAS VEJO QUE JÁ FEZ TAMBÉM UM POUCO DO QUE EU PENSAVA, GRANDE REFLEXÃO. PARABÉNS E PARABÉNS, SEMPRE NOS SURPREENDENDO.

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