Descriminalização da maconha

Discussão sobre a polêmica proposta para descriminalizar o uso da maconha no País: o consumo, os efeitos da droga no organismo, os custos e as ações governamentais para reprimir o tráfico, as opiniões favoráveis e contrárias à descriminalização.
Fonte: TV Câmara

8 comentários sobre “Descriminalização da maconha

  1. Fala-se em “descriminalizar” a maconha. Descriminalizar (eta palavrinha danada!) é o mesmo que “regularizar”, e nada tema a ver com “legalizar”. De fato, quando se diz que a maconha deve ser regularizada, está-se querendo dizer que a dita cuja deve ser submetida a regulamento, a regras. Legalizar seria, portanto, torná-la legítima e, assim, qualquer usuário poderia encontrá-la em qualquer prateleira. Seja como for, vejo nessa tal “descriminalização” segundas intenções movidas por interesses escusos, algo muito mais funesto do que se imagina e o que se vê na atualidade, encoberto sob o manto da “descriminalização”. Que remédio o quê!!… E quem neste país respeita regras? A maioria, não, especialmente políticos, poderosos! Não vê a lei do bafômetro? Diz-se também que a maconha não faz mal mais que o álcoolismo, o tabagismo. Pois bem. Ora! Os fatos têm demonstrado que muitos viciados em drogas mais pesadas têm antes fumado maconha; é o primeiro estágio. Falam em dar assistência a drogados na rede pública hospitalar. Ora! Se não há assistência condigna a quem não é usuário de drogas, que dirá a drogados. Só se for num desses cenários de hospital, da propaganda política em tempos de eleição. Ora! Essa é muito boa! Há décadas, tem-se lutado tanto contra o tabagismo, contra os alcoolismo e, agora, vem essa gente com essa conversa fiada de regularizar a maconha que, além de se constituir num problema de sáude pública, representa a derrocada da família, da sociedade. Cadê a Igreja? Cadê os padres, os pastores que estão todos os dias na TV fazendo milagres? Além do mais, o odor da fumaça da maconha é simplesmente repugnante, fétido, um horror. Se a fumaceira das baforadas de um tabagista ou o hálito de um cachaceiro incomodam a quem não é tabagista nem alcoólatra, imagine as de um maconheiro sentado ao seu lado ou mesmo distante, de você que não é tabagista nem alcoólatra, tampouco maconheiro?! Agora mesmo, enquanto digito estas linhas, tive que sair correndo para fechar as janelas do apartamento porque o vizinho do andar de cima se pôs a tragar o cigarrinho… O que é que desejam? Querem que o Brasil vire finalmente uma nação de zumbis, de alienados? No meu entender, esse negócio de traficante, de tráfico de drogas e de tudo do que disso decorre deveria ser encarado como um “problema de segurança nacional”. Quando principalmente certas pessoas que estão no poder, e nos bastidores dele, afirmam: “o Estado perdeu o combate às drogas”, causa-me espécie. Olha, aí tem!

  2. Muitas das reportagens circulando em torno da maconha mostram pessoas dormindo no chão, sujas e com caracteristicas criminosas as quais acredito que não são consequencia do consumo de maconha e sim da situação real: Falta de interesse em governar pelo bem comum e sim para aproveitar a oportunidade de poder favorecer a si própio, usando ao maximo quem consegue. Fato concreto no nucleo que deriva a dificuldade do viver da espécie humana no planeta.
    Supondo a discriminalização da canbis aceita engana-se o usuario que acreditar estar com seus problemas resolvidos. Pois ainda temos grandes jornadas de trabalho, continuamos sendo um dos cidadãos que mais paga impostos no mundo e não extinguira o risco de tomarmos bala perdida.
    Experencio que a maconha é como tudo nesse mundo, uma faca de dois gumes. Com uma enxada eu posso cavar buracos , plantar sementes e nos alimentarmos. Mas com a mesma posso cavar a cova de alguém. Inspirado por Canabis posso gerar algo bom para o social como algo para meu desejo que se for ser o topo da minha cadeia de realções sociais dependendo da minha indole posso até prejudicar alguém.
    Segundo ditos populares a difença entre o remedio e o veneno é a dose. Assim chego ao pensamento que a maconha não tem necessidade de ser proibida. Mas todo fumante não ache que daqui para frente sera um bom passeio pois mesmo acompanhado de Marya Juana se optar por um escuro caminho não se vera belas paisagens nas viajens.

  3. Maconha faz bem e o bem, também (III). Quebra dentes vitais da engrenagem milionária do tráfico.
    Acreditam alguns cientistas renomados embasados por pesquisas, que é preciso descriminalizar a maconha. O que livra milhões de jovens brasileiros (já trabalhadores, universitários) e suas famílias, das armadilhas da engrenagem milionária das drogas ilícitas. Usando de suas ingenuidades em momentos de fraqueza para aliciá-los como mulas e ou só aparentá-los, para entregá-los à justiça em seus lugares e os exibirem como troféus da guerra contra o tráfico.
    Mais uma resposta ilusória para a sociedade, com repreensões e criminalizações que de nada adiantaram, porque os males que supostamente combatem só aumentaram. Somados á criminalização com aparentemente só deméritos até o dia de hoje, pois os problemas que supunha eliminar se agravaram. Acumulando prejuízos, sofrimentos e dores à milhões de homens e mulheres de bem. Submetendo-os ao constrangimento, humilhação, problemas com a justiça e as vezes até cadeia. Só por portarem ou usarem uma substância que conforme muitos pesquisadores, usada com moderação não faz mal à saúde do homem.
    Proibição entendida em muitos países que a liberaram para uso medicinal, recreativo e religioso, como mais deletéria para a sociedade do que o consumo da maconha em si, à qual, repito, muitos cientistas embasados em pesquisas recomendam descriminalizar. Quebrando aí, dentes vitais da engrenagem milionária do tráfico de drogas.
    Sou a favor do homem livre do uso de bebida alcoólica, cigarro e qualquer substância que não seja por questão divina como inclusive medicinal, ainda que o seu uso moderado não traga danos à sua saúde.
    Sendo assim, por que defendo a descriminalização da maconha? – Para auxiliar milhões de homens e mulheres de bem, no mínimo a saírem da ainda sujeição que lhes é imposta aos muitos males que cercam algumas substâncias, por ainda serem proibidas por lei ao invés de controladas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), como o cigarro, a bebida alcoólica e remédios inclusive psicotrópicos, barbitúricos, tarjas preta.
    Em meu Blog, leia (clique) “Maconha como está não é legal. Tem que legalizar.” “Maconha faz bem e o bem, também (II). Abriu expectativas para o tratamento da obesidade… e, Maconha faz bem e o bem, também. I.”
    Caso careça de orientação também jurídica sobre o tema, clique em BrasilNorml.
    José Fonte de Santa Ana.

  4. Gostaria de saber se realmente existe Lei ( lembro de algum comentário nesse sentido no início do primeiro governo de Lula) que descriminaliza o uso de drogas.
    Damaris

  5. Na verdade até essa reportagem é manipulação para ludibriar as cabeças e fazer com que mais pessoas sejam contra a descriminalização, geralmente é o que ocorre, a manipulação acaba prendendo os que não sabem e levando a frente como os cavalos com tapa olhos, a maconha não pode ser taxada como droga! Ainda tem um babaca que pelo visto é politico que não sabe o que fala e abre a boca pra dizer que o uso da maconha levará ao uso de drogas… Me pergunto, será que algum deles sabem qual o verdadeiro motivo de proibirem a Ganja?
    A resposta me vem imediatamente, claro que não!!
    A politica tem esse poder de puxar a sardinha pro lado dela, então fica complicado, essa tal “democracia” em que vivemos é nada mais nada menos que um sistema falho, falso e sem pudor, onde s vê politicagem barata e gananciosa!
    Acho que devemos buscar na historia a verdade, e ainda mais, a maconha não serve somente pra fumar e ficar doidão como muitos dizem, os beneficios da maconha são muitos, desde a fabricação de papel, passando por fabricação de tecidos, plasticos, oleos, suplementos alimentares, remedios e entre outros…
    Devo falar pra nos informarmos e buscar a verdade!
    Paz e luz a todos!

  6. eu apenas sei que estou aqui.
    e saibam todos que são contra
    que, quando eu for fumar maconha
    no muito eu vou queimar as pontas do “meu” dedo.
    e que agora pensem o quanto foi pequeno terem se incomodado quanto ao fato de seus filhos terem fumado maconha, por que agora eles podem fumar crack e que isto sim precisa da sua preocupação. E tambem não me venha falar que o uso de uma droga leva ao de outra. pode sim acontecer mas somente por que a maconha está enquadrada em uma grade errada. ou seja, bem feito à muitos ignorantes, foram voces que disseram que maconha era um “bicho de sete cabeças” então para usarem-na muitos se aproximaram do mundo do tráfico, sendo que tudo poderia ser diferente. em síntese posso terminar a história: ” e quando eles chegaram ao mundo ilegal para encontrarem algo que nem era tão ilegal assim, eles encontraram tambem a cocaína, o crack; e então peguntram à eles: quem os mandou aqui?_ e eles responderam: nossos pais.

  7. LIBERAR O PLANTIO DA MACONHA É O COMEÇO PARA UM MUNDO SEM TRÁFICO, CRIMES E VIOLÊNCIA. PENSAR O CONTRÁRIO É BURRICE, E SOMENTE OS BURROS ACEITAM UM MUNDO COM CIGARRO, ÁLCOOL E VIOLÊNCIA.

  8. Penso que o Estado de Direito não deve arbitrar sobre matéria afeta ao livre arbítrio do cidadão. Quando o Estado esboça intenção de estabelecer um certo controle sobre os meios de comunicação, por exemplo, há uma grita geral, mesmo sem conhecimento plena da causa. Essas manifestações são ancoradas por argumentos vazios. Alegam que estaria, desta forma, ocorrendo, por parte do Estado, uma violação aos direitos constitucionalmente instituidos quanto a liberdade de expressão. Mas que liberdade é essa? Liberdade para agredir e prejudicar a harmonia social através das vergonhosas programaçõe difundidas em “horários nobres” como se isso fosse exig~encia da própria sociedade? Liberdade de comunicar que atendo aos interesses corporativos com viés unicamente mercadológico? Liberdade de usar a fórmula “Ricupero” para ocultar o que é bom deste Governo e mostrar, pinçadamente, o que é pejorativo? Alías os meios de comunicação no nosso país, só tem mostrado as “gafes” donosso querido presidente LULA. Já observaram isso? Como se nada de bom estivesse acontecendo. Liberdade de posicionar-se permanentemente a serviço da ideologia de dominação que nos incutem, há tanto tempo? Desta forma, entendo não ser justo se pensar que o Estado de Direito tenha que ter controle sobre algo que depende do livre arbítrio de cada cidadão que, diga-se passagem, tem obrigação de saber o que lhe convém ou não. Isto aplica-se, por exemplo, a questão do uso do Capacete para o motociclista que, deveria ter plena consciência de que se não usá-lo poderá sofrer as consequências devidas. Da mesma forma, o uso do Cinto de segurança em veículos. Acho ridículo o Estado estar se preocupando em punir quem se nega a usar um intrumento de sua segurança pessoal. Esse esforço todo, tem um custo e esse custo quem paga somos nós, cidadãos conscientes ou nao. Ora se temos a plena consciência de que se não usarmos esses instrumentos de segurança individual poderemos morrer, inclusive, porque o Estado tem que obrigar o uso dos mesmos, por força de lei? Tenho sérias dúvidas sobre, inclusíve, a legalidade dessa interferência. Penso que, no que diz respeito a droga, dita ilícita, as observações são respectivamente válidas. Será que alguém contestaria o fato da droga ser prejudicial a saúde humana? Penso que o Estado deve sim, interferir em questões que afetam a coletividade e não o indivíduo em si. Neste caso a família deve ser responsabilizada em grande part e isso sim é dever do Estado de Direito principalmente em formar bases educacionais para que dentro dela sejam aplicadas aos seus membros, crianças e jóvens, principalmente. Por outro lado a parcialidade dos meios de Comunicação sim, acredito que tem afetado a coletividade, portanto, essa deve sofrer sim reprimendas do Estado, quandp este estiver defendendo os interesses sociais o que lhe é de dever. Não no sentido de transformar esses meios em instrumento particularizado para dizer o que o Estado quer que seja dito, como já ocorreu em outros tempos. O Estado atual não está em período de excessão, vivemos uma democracia como nunca. Portanto, a minha opinião, nesse sentido, encontra guarida nas evidências, ou seja, há um curso de ações de mídia que vem combatendo e tentando destituir os aspectos positivos (que são tantos) do Estado brasilerio atual. Esta parcialidade é flagrante, só não vê quem não quer ou já está cego, vítima de uma ideologia da desconstituição cidadã que vem afetando todos os latino americanos, principalmente, há algumas décadas. Nesse sentido devemos refletir sobre o papel do Estado na pretensa legalização ou não do uso da droga. Sou de parecer favorável a legalização sim, do uso da droga, porém, ai sim o Estado tem que atuar, ou seja, na divulgação de campanhas massivas consientizando a sociedade como um todo, sobre os efeitos e os prejuízos pessoas e sociais que isto acarreta. Usando daí os Instrumentos disponíveis para tal, como os próprios Meios de Comunicação em geral, a Escola, etc. Em linhas gerais acho que o que o Estado deveria fazer mesmo é exigir maior responsabilidade da própria Sociedade Civil para que esta, ao invés de jogar a culpa nos outros (Estado, Governo, Políticos, vizinhos, colegas, etc.) esforce-se em corrigir as distorções alarmantes com as quais vivemos hoje e que são fruto de seu próprio descaso e irresponsabilidade. Exemplos: 1) baixo nível cultural político da sociedade como um todo o que tem resultado um verdadeiro descalabro, principalmente em se tratando de representações políticas eleitas pelo cidadão. Eles são referendados pela cidadania, não caem do cém. Ou seja, os políticos que nos representam, representam a sociedade e os problemas que temos. 2) Quanto a questão da segurança, por sua vez, devemos convir que vivemos um legítimo caus, nesse sentido. No entanto as campanhas que se verificam por parte do Estado de Direito, através dos meios de comunicação, são, distorcidas ao meu ver, para que o cidadão não reaja. Quando, na minha opinião, o Estado deveria reconhecer de que não tem competência para frear esse estado de coisa e, desta forma, preparar com investimentos e campanhas publicitáris, a popilação para que se organize e se autodefenda da violência que afeta a sua própria liberdade. Felizmente, ainda, o número de delinquentes é menor do que o de cidadãos de bem. É assustador o verificar que o próprio cidadão se coiba, cada vez mais, da sua dignidade, em função das ameaças provocadas por uma minoria, que, em última análise, é sim, protegida pelo aparato estatal. Nesse sentido, vejo com bons olhos o Projeto de lei do Governo LULA do PT (aquele que há alguns anos, tentaram desenhar como o mais corrupto e imcompetente da história política desse pais. Pois é este PT e esse Presidente LULA, nordestino, metalúrgico e deficiente, que está mostrando como se consolida uma democracia e se administra para os interesses nacionais e não em defesa de interesses imperialistas que não tem feito outra coisa a não ser nos escravizar ao longo da história). Esse Projeto de Lei, ao qual me refiro, dá poderes de polícia às Forças Armadas. A propósito, o que fazem esses jovens nos quarteis? De uma coisa nós cidadãos, sabemos, eles comem, bebem e dormem as custas do nosso sacrifício e, no entanto, não são eles os caracterizados como “vagabundos” que só sugam os recursos públicos, pecha essa atribuida aos Servidore Públicos que, mal ou bem fazem a saúde, a educação, a segurança, o transporte, em fim, tudo o que é público, funcionar nessa país. Acho, finalizando, que a sociedade precisa, urgentemente, aprender a pensar e deduzir sobre a realidade que a cerca e, diante de sua própria relidade, buscar a solução específica aos seusproblemas. Viva a luta por uma país melhor, viva LULA, viva o Partidodos Trabalhadores, viva o Brasil de Todos e não de pequenos grupos como antem o fora.Conclamo a sociedade peguem essa bandeira e toquemos em frente essa proposta, Vale a pena. Estamos no caminha certo. Procure concientizar-se disso.

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