Dia da Consciência Negra pelo Brasil

O 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, contou com muitas atividades culturais e manifestações pela igualdade racial em 11 estados.
Fontes: Globo.com; Portal Vermelho

4 comentários sobre “Dia da Consciência Negra pelo Brasil

  1. Olá,
    saber que o Brasil avança no enfrentamento da luta contra a desigualdade racial, é bastante positivo, isto é visto quando das manifestações ocorridas no dia 20 de novembro. Sabe-se que os resultados ainda não é o esperado, mas o fato da nação saber que o povo negro continua lutando para sua libertação, certamente em algum momento hão de reconhecer e compreender a nessecideade de mudança de atritude, para com os afrodescendentes.
    Izabel.

  2. SE A COR IMPORTA TANTO
    PORQUE NÃO GENTE DE PELE ROSA
    SERIA MAIS BONITINHO
    EXCLUIIR ALGUEM POR A COR DE SUA PELE,OU SOCIEDADE TEIMOSA!

    NEGRO É GENTE
    BRANCO É GENTE
    SÓ NÃO É GENTE
    TANTA GENTE COM ESSE PRECONCEITO IMUNDO E DESPLICENTE.

    EXCLUIR?
    DESPRESAR?
    QUE ISSO MINHA GENTE
    JOGA ESSA ATITUDE PRA LÁ.

    NÃO É A COR QUE ME ATRIBUI VALORES
    E SIM MINHAS ATITUDES E AÇÕES
    MAS QUE ATITUDE ESTOU TENDO
    AO EXCLUIER PESSOAS,TEM CONDISÕES?
    VERÔNICA ALVES 17 ANOS.

  3. Ricardo, não sei se isto é pertinente como uma resposta ao que você escreveu, você poderá me dizer.
    Você sabe o que ocasionou o terremoto no Haiti? Foi a ira de Deus contra aquele povo de negros, porque pratica-se a religião do Vodu, no Haiti, assim como são praticados o Candomblé, a Umbanda e a Quimbanda no Brasil! Esta opinião simplesmente apavorante circula e cresce com toda a desenvoltura no Brasil de hoje, principalmente pelas mãos de certo pastor Julio Severo, aquele mesmo que afirma existir um complô de homossexuais comunistas para destruir a sociedade brasileira, e que as vacinas para todas as doenças são parte de uma conspiração homossexualista mundial para transformar as nossas pobres crianças em homossexuaizinhos prontos a executar as ordens de Satanás — portanto, obviamente, crianças não devem ser vacinas. Já deu pra assustar? Pois prepare-se, tem mais: o Sr. cônsul do Haiti no Brasil, um branquelo fundamentalista “renascido” (renascido dos quintos dos infernos!), endossa a opinião tão caridosa e piedosa desse moleque Julio Severo sobre a ira do Senhor contra o Haiti, e Severinho alerta: são tantos os desgraçados que praticam a “cultura” africana por aqui (ele escreve assim mesmo: “cultura” africana), que nada impede que o Senhor promova terremotos devastadores AQUI NO BRASIL, ora bolas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Meu mano, isso tudo pode parecer só uma curiosidade de débeis mentais desocupados, mas é mais que isso. Uma das últimas dessa caricatura viva desse Julio Severo é defender que os “verdadeiros crentes” PASSEM A ANDAR ARMADOS, para defender o seu extremamente impotente Jeová das galhofas e afrontas dos homossexuais, muçulmanos, ateus, comunistas, humoristas e macumbeiros, a palavra do Senhor é coisa séria. Alguém caçoou da Bíblia, apontando-lhe as inúmeras contradições e inconsistências? Pois bala nele! O número de otários bem-intencionados ou mal-intencionados que sustentam essa loucura toda cresce em nosso país diariamente, você pode constatar isso acompanhando as discussões sobre essas coisas pela internet. Se esses asnos nervosos quiserem proceder à construção de um movimentos fundamentalista armado nesta porcaria de país, não encontrarão quase nenhum grande obstáculo. E, certamente, a “cultura” africana, como eles escrevem entre aspas, seria um dos alvos principais.

    Meus amigos, isto não lembra alguma coisa?

    Abraços.

  4. Às vezes estamos muito próximos de referências históricas importantes e não percebemos, nem tampouco nos alertam para isso na escola. Quando ouvimos O Guarani, de Carlos Gomes, na abertura da Hora do Brasil, por exemplo, é sem saber que o nosso mais conhecido compositor erudito era neto de uma escrava forra. Também não nos damos conta de que o nome Rebouças que batiza viadutos, túneis e avenidas nas maiores cidades brasileiras homenageia o sobrenome de uma ilustre família de políticos baianos negros, do século XIX, cujos membros foram importantes engenheiros: os irmãos André e Antônio Pereira Rebouças Filho, construtores de ferrovias e obras de grande porte. E no esporte, Ademar Ferreira da Silva, João do Pulo no atletismo, Leônidas da Silva, e Edson Arantes do Nascimento (Pelé) no futebol e Janete no basquete não gosto de citar nomes, pois sempre cometo a injustiça de esquecer vários.
    Conhecer melhor sobre os afro-descendentes que fogem ao estigma da escravidão mais do que saciar curiosidades, nos ensina que, desde cedo, esse brasileiros impuseram, com sua existência, o fato de que a cor jamais os condenou à inferioridade intelectual. Apesar do ambiente que lhes era desfavorável eles alcançaram admiração e respeito assim como muitos outros que lutaram pela conquista de seu espaço.

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