Lésbicas – Campanha Igual a Você – Contra o Estigma e o Preconceito no Brasil

A palavra lésbica vem do latim lesbius e originalmente referia-se somente aos habitantes da ilha de Lesbos, na Grécia. A ilha foi um importante centro cultural onde viveu a poetisa Safo, entre os séculos VI e VII a.C., muito admirada por seus poemas sobre amor e beleza, em sua maioria dirigidos às mulheres. Por esta razão, o relacionamento sexual entre mulheres passou a ser conhecido como lesbianismo ou safismo.

[Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9sbica]

 

3 comentários sobre “Lésbicas – Campanha Igual a Você – Contra o Estigma e o Preconceito no Brasil

  1. Olha, professor, um assunto que dará ainda muito pano para manga, como se dizia na minha época, afora ser interminável, cuja conclusão será apenas uma: tanto as lésbicas quanto os heterossexuais terão de se ajustar, sob pena de embates constantes e sem vencedores.
    Neste caso, as mulheres são sempre mais discretas que os homossexuais. Não são tão espalhafatosas e suas intimidades são mais reservadas, sem escândalos. Mesmo porque a relação sexual entre as mulheres povoa a mente dos homens, traz um certo erotismo, razão pela qual é aceita com menos restrições e menos radicalização pela sociedade.
    Penso que devemos nos conscientizar que o homossexualismo e o lesbianismo não alteram a índole de ninguém e, o ponto crucial a ser discutido, reside em quem é bom ou mau.
    E tanto faz homo ou hétero, a verdade é que existem os maus e os bons nos dois “lados”.
    Não é má aquela pessoa que é homossexual, muito menos é boa porque não é.
    O problema está sendo o exagero e a condução errada de um tema sério e importante como este, gerando reações nada adequadas de quem se sente ofendido e daqueles que querem a todo custo impor as suas formas de vida.
    Se por um lado há a hipocrisia e o cinismo, de outro uma espécie de clamor à liberalidade, à permissividade, à imoralidade, um adeus aos costumes de uma sociedade ainda conservadora. A maneira sub-reptícia que se tenta fazer apologia ao homossexualismo é condenável, como igualmente é a promiscuidade de casais heterossexuais. As mulheres que passam de mão em mão e os homens que mudam de companheira a todo instante. Se ainda ficassem entre eles esse “troca troca”, tudo bem, mas o problema – e extremamente grave – é a consequência desta relação se transformar em filho, uma vítima inevitável desta irresponsabilidade.
    O sexo deveria ficar entre quatro paredes, algo de foro íntimo, e não ganhar as ruas ou as pessoas empunharem cartazes e berrando a plenos pulmões que têm direitos sobre isso ou aquilo. Ora, esta maneira agressiva de se fazer valer como pessoa, certamente ocasiona a mesma forma de violência daquelas que pensam diferente.
    Mas ainda existe, sim, o preconceito e, lamentavelmente, os homossexuais e as lésbicas não estão contribuindo da melhor maneira possível para que isso diminua, ao contrário, acirram esta diferença quando promovem comportamentos altamente condenáveis, tais como, a pedofilia, a divulgação de casos escabrosos, suas vidas sem maiores compromissos com quem quer que seja, liberdade total de conduta, e jamais comentam que devem estar sob a égide das mesmas leis que as demais pessoas.
    Preocupa-me a criação de leis “protetoras”, pois agem contraditoriamente ao pleiteado, isto é, se os gays estão a exigir um aparato legal que os defenda dos agressores e preconceituosos, estão mostrando à sociedade que de fato são diferentes, não são iguais, agem diferente, vivem diferente, têm uma vida diferente.
    Por isso que eu digo: o problema está na conscientização de que somos IGUAIS, mas não podemos demonstrar esta igualdade através de conduta desigual e permissão ao que afronta à moral de uma sociedade, ou, então, jamais vamos nos entender.
    Desta forma, eu vejo muitas pessoas absolutamente despreparadas para discutirem este assunto; programas de televisão sensacionalistas; exemplos de comportamento nada edificantes, e uma intolerância que aumenta na razão direta de se conceder “direitos” especiais para uma camada da população, as tais leis que irão criminalizar os que criticam ou não aceitam o homossexualismo e o lesbianismo, um absurdo!
    Sendo assim, os obesos e os feios, os baixinhos, os carecas, os míopes, logo logo irão postular por direitos e leis em suas defesas, haja vista que igualmente sofrem a ação de preconceituosos em suas vidas pessoais e profissionais. O pobre do gordo, então, penso que é mais agredido que os homossexuais, que podem ser discretos, mas o barrigudo não tem como esconder o seu corpanzil .
    Enfim, o brasileiro precisa amadurecer como sociedade. Somos seres humanos (perdoem-me pelo óbvio ululante) que geram seres humanos homossexuais, lésbicas, heterossexuais e bissexuais. Não podemos e não devemos nos rotular de diferentes, mas de uma mesma espécie que busca viver com satisfação e da melhor maneira possível. Esta condição só será possível se houver harmonia entre todos e todos se aceitarem mútua e reciprocamente.

  2. infelizmente nao pude escutar a apresentacao (problemas tecnicos), mas gostaria de deixar minha opiniao de todas formas.
    Nao sei qual e’ o problema para que as pessoas aceitem os que sao diferentes da “norma”? E dai’ se uma mulher ama outra mulher e prefere viver com ela do que um homem? E dai’ se um homem prefere viver com outro homem ao inves de viver com uma mulher? O que importa, no final das contas, e’ que as pessoas se queiram bem, sejam elementos produtivos dentro da sociedade, e que respeitem as leis, paguem impostos, criem suas familias. O que qualquer um faz no seu quarto de dormir, nao e’ problema meu, nem seu.

    O que parece incomodar, eu acho, e’ quando os homossexuais (femininos ou masculinos) fazem uma demonstracao publica de seus afetos. Mas os heterossexuais que se ofendem com estas cenas, devem parar um pouco e pensar: sera’ que as demonstracoes publicas de afeto entre os heterossexuais nao deixa os homossexuais sem jeito tambem?

    Ah, a vida e’ muito curta, e o mundo muito complexo pra que qualquer um se sinta no direito de impor a todos a sua forma de ver quem deve amar a quem.

    Desde que a pessoa seja competente em seu trabalho, respeitosa das demais pessoas, trabalhadora e simpatica com todos, pra mim nao me importa a cor que tenha, nem com quem durma, nem o que goste de vestir.

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