Comuna, comunas. Algumas reflexões sobre as lutas por uma sociedade sem pátria e sem patrões

Palestra de Antonio Ozaí na semana de comemoração dos 140 anos da Comuna de Paris, realizada na PUC-SP entre os dias 23 e 27 de maio de 2011.
O conjunto de vídeos disponibilizados pela APROPUC incluem também as palestras de: Henri de Carvalho, João Bernardo, José Paulo Neto, Jason Borba, Bia Abramides, Antonio Carlos Silva, Paulo Barsotti, Áquilas Mendes, Antonio Ozaí, Waldo Lao Fuentes, Valério Arcary, Rosa Maria Marques, Maria Angélica Borges, Edison Salles, Livia Cotrim, Milton Pinheiro, João Bocchi, Vito Gianotti, Lúcia Barroco, Rubens Sawaya, Edson Passeti, Marcos Del Roio, Carlos Eduardo Carvalho, Vera Lucia Vieira, Erson Martins Oliveira, Osvaldo Coggiola, Diana Assunção, Ramon Casas Vilarino e Everaldo de O. Andrade.
A edição dos vídeos foi baseada nas gravações realizadas e disponibilizadas pela Videoteca da PUC-SP.

Fonte: http://www.youtube.com/user/Apropuc

Texto: Reflexões sobre as lutas por uma sociedade sem pátria e sem patrões

4 comentários sobre “Comuna, comunas. Algumas reflexões sobre as lutas por uma sociedade sem pátria e sem patrões

  1. Bom. Muito bom. Ozai. Mas os Estados nacionais estarem à morte, isso não decorre das “lutas” sociais. Fala em o homem contemporâneo, mais, a dissociedade advinda do profundo egoismo pessoal. Ainda.Esta agonia do capitalismo, a morte deste fantoma cujo início não se pode firmar, essa união proletária de âmbito universal, cujo parto creio estejamos aqui presentes, isto veio da possibilidade que a palavra universalizada trouxe. Não fora esta possibilidade que nos confere a Internet, esta busca pela mensagem ferina na palavra, ter-nos-íamos deixados atrás. Ainda, outra vez, ainda.É o Ainda que me enriquece da esperança que não desilude. Se pela palavra nascemos, por ela haveremo-nos de salvar. Salvar-nos do “mehrwert”. Do “plus-de-jouir” do Capital.Este foi, é e sempre será bem-vindo. Sua inocência foi maculada pelo homem mesmo. E é de quem nós precisamos libertá-lo. Mas sem o Capital Social (ou socializado), não é possível harmonia convivencial.A tragédia contemporânea é método de que A Natureza se vale para ser pedagógica a estes surdos, que somos nós.

  2. Busco desde o útero materno essa sociedade sem patrões. Com 52 anos ainda vislumbro na nesga de horizonte já perdido pela verticalização essa sociedade liberta das amarras patronais, do poder, da dominação que se agiganta e toma conta de nós. Obrigada, Ozaí. Pena que o tempo foi curto, gostaria de tê-lo ouvido mais. Não, você não é filho da PUC. Nem mesmo sei se é filho. Basta uma frase sua para sabê-lo livre de pais. As metáforas não podem esculhambar o processo.
    Sonho, ainda, o mundo anarquista dos “justos”. Sem a utopia, o que seria de nós, com Deus, ou sem deus?!

  3. Parabéns Ozai pela brilhante palestra. Pena morarmos tão longe e os quilômetros se interpõem “entre nous” como obstáculo ao dialogo vis a vis. Um abraço!

  4. não se esqueçam da comuna de lion onde uma simples declaração de bakunim de que o estado de paris estava extinto fez com que o estado mandasse um batalhão para a extinção da comuna de lion

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